[opacidade]

perdão por não te sorrir dentes perfeitos ou cantos novos.
os espaços apertados se limitam a um copo d’água, refresco de ideias acabadas.sou antes.
agora passo a andar pelas minhas pernas.
o corpo é mais do que se sabe.
túneis escuros dão de contra paredes sem tinta.
luzes opacas se veem fracas em abajures sem fio.

 

sigo coletando espaço e tempo.
aonde me consumo por horas a fio…
pele à mostra. passos encobertos por folhas de outono.
diálogos inexistentes.
vou pouco a pouco contar para mim estórias de um céu brilhante de se saber distante.
e ausente.

\\escrito em 15.fev.09
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