[sal]


voos inocentes soltam a memória
põe à mostra espaços inacabados de sonhos acontecidos, vividos, vãos.
inocentes e perdidos em ilusões.cores pálidas vestem espelhos entregues a sua própria sorte.
voa por baixo das ondas, das ordens impostas,
dos postes de luzes que guiam cegos.

no horizonte das estrelas perdem-se momentos preciosos.
cadentes, enevoadas, pulsantes,
dentro de um universo para poucos dispostos a navegar
num mar de lágrimas salgadas demais.

voa, liberdade, para além de tantos muros de papel arroz.

\\escrito em paris, 11.ago.07)

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